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Por que O Sete?

Tudo começou há mais de 2500 anos quando Pitágoras, o Pai da Numerologia, afirmou que o número Sete é sagrado, perfeito e poderoso…

OK, vi isso na internet, não tenho certeza dessa afirmação. De qualquer maneira, o número Sete possui uma mística própria e única, e está mais presente em nossas vidas do que imaginamos. Principalmente nas artes que tanto amamos!
Há setes desde os tempos remotos, tais como Os Sete Sábios da Grécia ou As Sete Maravilhas do Mundo Antigo.

Nós vivemos dentro de um sete (dias da semana). E também somos um sete (propriedades da matéria).
Mas aqui, n’O Sete, são outros tipos de setes que nos encantam: aqueles que carregam uma partícula do cinema,que é a arte número sete!

O cinema é uma arte própria, sublime, que permite a união de várias outras artes, agregando-as sob sua grandiosidade. Teatro, literatura, escultura, música, pintura, dança, etc, se entrelaçam harmonicamente e ajudam a compor uma das maiores paixões mundiais. E frequentemente há um sete por ali, dando mais significado ao emblemático número.

O que seria dos filmes sem o apoio da música, sem as sete notas musicais que compõem trilhas inesquecíveis e evocativas? Ou sem a fotografia cuja composição carrega traços da pintura? Sem as performances, oriundas de séculos de teatro? Sem a literatura, que nos forneceu ideias e roteiros que mudaram nossas vidas? E a dança, elemento tão predominante e fundamental em Hollywood durante sua Época de Ouro e que até hoje, ocasionalmente, dá o ar da graça e emula aqueles tempos não tão antigos quanto parecem?

O cinema é composto dos mais variados setes, de origens, épocas e formas tão distintas.

Um dos primeiros é Sete Oportunidades, do mestre Buster Keaton, O Homem Que Nunca Ri, de 1925. Um clássico da comédia que merece atenção até hoje.

Branca de Neve e os Sete Anões, de 1937, que marca o início da Era de Ouro na Disney. Sucesso comercial distribuído pela grandiosa RKO Pictures.

Há dois setes que unem dois dos maiores filmes e cineastas da história, de lugares bem distantes um do outro: Os Sete Samurais e O Sétimo Selo, de Akira Kurosawa e Ingmar Bergman, respectivamente. Dois mestres, um do Japão e o outro da Suécia, unidos pelo número (e pela arte).

Deu pra ter uma noção da força do Sete, não é? Mas ele vai muito além de tudo citado aqui. Pensando rapidamente, tantos outros começam a se destacar.

Se7en – Os Sete Crimes Capitais;

As Sete Esferas do Dragão;

Sete livros do Harry Potter; e as sete horcruxes;

Sete Homens e Um Destino;

Sete Anos no Tibet;

Sete anéis para os Senhores-Anões em seus rochosos corredores;

Sete Psicopatas e Um Shih Tzu;

007;

Os Sete Eternos;

Os Sete Reinos de Westeros e a Fé dos Sete (além da sétima e última temporada);

O Sete da Monica Geller;

Aliás, a equação de alguns setes resultam no número mais importante de todos: 42 – a resposta para a vida, o universo e tudo mais: 7×7-7= 42;

A lista é longa e continua crescendo. O Sete conecta tudo! O Sete é e está além da sétima!