‘Sense8’ é cancelada pela Netflix

by O Sete

Sense8 acaba de ser cancelada pela Netflix. Em comunicado oficial, Cindy Holland, a vice-presidente da Netflix comentou sobre o fim da série.

“Após 23 episódios, 16 cidades e 13 países, a história de Sense8 está chegando ao fim. É tudo o que nós e os fãs sonhamos que seria: corajoso, emocional, deslumbrante, chute e muito inesquecível. Nunca houve um show mais verdadeiramente global com um elenco e equipe igualmente diverso e internacional, que é apenas refletido pela comunidade conectada de fãs profundamente apaixonados em todo o mundo. Agradecemos a Lana, Lilly, Joe e Grant por sua visão, e todo o elenco e a equipe pelo seu artesanato e compromisso “.

Brian J. Smith, ator que interpreta o policial Will, foi o primeiro a se manifestar sobre o fim da série através de seu Twitter.


O próprio ator já havia indicado o fim da série, também através do Twitter, ao pedir para os fãs “fazerem barulho” para a renovação. Infelizmente, não funcionou.

O cancelamento de Sense8 acontece pelos altos custos de produção – um dos mais caros da TV. De acordo com informações do site IGN de Portugal, cada episódio da série cerca de 9 milhões de dólares. Boa parte desse valor é resultado pela fidelidade à diversidade, já que a equipa de produção tem de viajar constantemente entre 8 cidades diferentes.

>> Netflix cancela The Get Down após uma temporada

Com uma grande legião de fãs, Sense8 foi criada, dirigida, escrita e produzida pelas irmãs por Lilly e Lana Wachowski e por J. Michael Straczynski. A primeira temporada, com doze episódios, foi produzida e lançada pela Netflix em 2015. A segunda chegou em maio desse ano, após um episódio especial de natal, lançado em dezembro de 2016.

A  ficção dramática narrava a história de  oito desconhecidos, Will Gorski (Brian J. Smith), Riley Blue (Tuppence Middleton), Capheus “Van Damme” Onyongo (Aml Ameen Toby Onwumere), Sun Bak (Doona Bae), Lito Rodriguez (Miguel Ángel Silvestre), Kala Dandekar (Tina Desai), Wolfgang Bogdanow (Max Riemelt)e Nomi Marks (Jamie Clayton), de países diferentes (exceto, Gorski e Nomi, ambos americanos) que descobrem estar mental e emocionalmente ligados um ao outro, sendo capazes de se comunicar, sentir e apoderar-se do conhecimento, linguagem e habilidades alheias.

A força da série estava ligada principalmente ao tratamento da diversidade, com personagens, atores e atrizes de diferentes etnias, sexualidades e gêneros. Um marco quanto a inclusão social e liberdade de gênero.

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